El Seminario de Sociolingüística de la Real Academia Galega ha dut a terme diferents recerques sobre la situació sociolingüística de Galícia en col·laboració amb entitats públiques des de la seva creació l’any 1990. A més del projecte ressenyat en aquest article, el Seminario de Sociolingüística de la RAG, en col·laboració amb la Dirección Xeral de Política Lingüística de la Xunta de Galicia, es va encarregar d’elaborar el Mapa ociolíngüístico de Galícia, per tal de conèixer la situació lingüística a Galícia atès que existia una manca de dades fiables sobre la vitalitat i la realitat actuals del gallec.
L’equip d’investigació del Seminari de Sociolingüística de la Real Academia Galega està format per les persones següents: Antonio Fernández Salgado, Xaquín Loredo Gutiérrez, Håkan Casares Berg, Isabel Suárez Fernández,Manuel González González, Modesto Rodríguez Neira, Agustín Dosil Maceira, José Pérez Vilariño, Arturo X.Pereiro Rozas, Eulogio Real Deus.
La preparació d’aquest estudi es va iniciar l’any 1992 i va acabar el 1996 amb la publicació de l’últim dels tres volums que integren el MSG. Es varen realitzar 38.897 entrevistes (annex 1) entre la població de més de 16 anys resident a Galícia. Es varen establir 36 sectors en funció del tamany del municipi i del percentatge de població ocupada en les diferents activitats econòmiques.
Dins de cadascun dels sectors, la mostra es va repartir de manera proporcional entre els municipis que la integraven, i es varen assignar quotes per grups d’edat i sexe. El qüestionari es componia de 148 preguntes, alguna de les quals amb subdivisions, amb la qual cosa el nombre de variables obtingudes va ser de 170. Els aspectes abordats en el qüestionari són els següents:
a) Dades d’identificació personal de l’entrevistat: nom, lloc de naixement i de residència,sexe, edat, professió, estudis, etc.
b) Competència lingüística: coneixement del gallec de l’entrevistat i de la seva família.
c) Història (socio)lingüística de l’entrevistat: llengua inicial, llengua usada en l’àmbit escolar, llengua usada pels familiars més propers, etc.
d) Usos lingüístics de l’entrevistat en diferents situacions: en l’entorn famíliar, amb els amics, a la feina, amb l’Administració, etc.
dimecres, 29 de maig del 2013
divendres, 24 de maig del 2013
Jornada dedicada a atraduçao de Libro do Desassossego
A13 de Junho de 2005 realizou-se na Universidade do Minho, poriniciativa do Centrode Estudos Humanísticos, uma jornada dedicadaàtradução do Livro do Desassossego,que reuniu vários tradutores daobra, assim como investigadores que se têm dedicado ao estudo datradução literária e/ou à obra de Fernando Pessoa.
Os textos que seseguem compreendem quer algumas das intervenções apresentadasnoseminário, quer reflexões produzidas aposteriori,como resultadodas discussões que aí ocorreram.Esta Jornada contou com depoimentos de três dos tradutores do Livro do Desassossegopara francês, inglês e espanhol – respectiva-mente Françoise Laye, Richard Zenith e Perfecto Cuadrado3–ecomintervenções sobre as traduções do Livro e sobre a poética pessoana,de Frederico Lourenço, Maria Alzira Seixo, Maria Irene Ramalho eChristine Zurbach4.Posteriormente, foram aparecendo contributospara esta reflexão, de outros investigadores, independentemente dasua participação no seminário (nomeadamente de Inês Oseki-
Depré,autora também de uma tradução francesa do Livro do Desassossego(1987) e de Rita Patrício e Isabel Cristina Mateus, investigadoras doCEHUM)5.Os textos que agora apresentamos não pretendem, assim,constituir rigorosamente as «actas» deste encontro de tradutores einvestigadores – uma vez que, por um lado, nem todas as intervenções,quer dos oradores, quer de outros investigadores participantes, fica-ram registadas, e que por outro lado, se apresentam novas reflexõesmotivadas pelo tema deste seminário. Estes textos pretendem apenasassinalar esta jornada de investigação, dando conta da diversidade e docarácter simultaneamente estimulante e inesgotável da recepção deste«não-livro», deste «livro impossível, acabado e inacabável» (EduardoLourenço).
O objectivo central do seminário era o de reflectir sobreaexperiência de tradução de um livroque, como observa Maria AlziraSeixo (2006), contém «muito (quase tudo) do que interessa aos literá-rios» no pressuposto de que igualmente porá muitas ou quase todasasquestões que se colocam à tradução literária.Ahistória atribulada (e inacabada) da constituição e organizaçãoda obra original6,está já, à partida, genericamente ligada à questão datradução – as diferentes edições do Livro, correspondendo à progres-siva «descoberta» dos fragmentos deixados por Fernando Pessoa e aosdiferentes critérios de organização que foram sendo adoptados peloseditores da obra, criam, no conjunto, outros tantos «textos originais»que são já «textos em segunda mão», uma vez que resultam de umtrabalho deleiturae de reescrita.
DIACRÍTICA103Autores de algumas das traduções mais recentes do Livro doDesassossego.Cf.infra,Richard Zenith, «Traduzir o Livro doDesassossego: Notas para uma não--teoria»; Françoise Laye «O Livro do Desassossegode Pessoa».4Cf.infra,Maria Alzira Seixo, «Elogio da sintaxe»; Christine Zurbach, « Le Livre del’Intranquillité;dramatização do Desassossego:as vozes e os corpos do Livro».5Cf.infra,Inês Oseki-Depré, « Intranquillité ou Inquiétude?Quelques remarquessur la traduction française du Livro do Desassossegode Fernando Pessoa-BernardoSoares»; Rita Patrício, «Pessoa e o princípio da tradução»; Isabel Cristina Mateus,«Fialho de Almeida, Vicente Guedes, Bernardo Soares & C.ª: notas soltas para um livrodo desassossego».6Cf. em anexo o historial das edições e traduções do LdoD.
Os textos que seseguem compreendem quer algumas das intervenções apresentadasnoseminário, quer reflexões produzidas aposteriori,como resultadodas discussões que aí ocorreram.Esta Jornada contou com depoimentos de três dos tradutores do Livro do Desassossegopara francês, inglês e espanhol – respectiva-mente Françoise Laye, Richard Zenith e Perfecto Cuadrado3–ecomintervenções sobre as traduções do Livro e sobre a poética pessoana,de Frederico Lourenço, Maria Alzira Seixo, Maria Irene Ramalho eChristine Zurbach4.Posteriormente, foram aparecendo contributospara esta reflexão, de outros investigadores, independentemente dasua participação no seminário (nomeadamente de Inês Oseki-
Depré,autora também de uma tradução francesa do Livro do Desassossego(1987) e de Rita Patrício e Isabel Cristina Mateus, investigadoras doCEHUM)5.Os textos que agora apresentamos não pretendem, assim,constituir rigorosamente as «actas» deste encontro de tradutores einvestigadores – uma vez que, por um lado, nem todas as intervenções,quer dos oradores, quer de outros investigadores participantes, fica-ram registadas, e que por outro lado, se apresentam novas reflexõesmotivadas pelo tema deste seminário. Estes textos pretendem apenasassinalar esta jornada de investigação, dando conta da diversidade e docarácter simultaneamente estimulante e inesgotável da recepção deste«não-livro», deste «livro impossível, acabado e inacabável» (EduardoLourenço).
O objectivo central do seminário era o de reflectir sobreaexperiência de tradução de um livroque, como observa Maria AlziraSeixo (2006), contém «muito (quase tudo) do que interessa aos literá-rios» no pressuposto de que igualmente porá muitas ou quase todasasquestões que se colocam à tradução literária.Ahistória atribulada (e inacabada) da constituição e organizaçãoda obra original6,está já, à partida, genericamente ligada à questão datradução – as diferentes edições do Livro, correspondendo à progres-siva «descoberta» dos fragmentos deixados por Fernando Pessoa e aosdiferentes critérios de organização que foram sendo adoptados peloseditores da obra, criam, no conjunto, outros tantos «textos originais»que são já «textos em segunda mão», uma vez que resultam de umtrabalho deleiturae de reescrita.
DIACRÍTICA103Autores de algumas das traduções mais recentes do Livro doDesassossego.Cf.infra,Richard Zenith, «Traduzir o Livro doDesassossego: Notas para uma não--teoria»; Françoise Laye «O Livro do Desassossegode Pessoa».4Cf.infra,Maria Alzira Seixo, «Elogio da sintaxe»; Christine Zurbach, « Le Livre del’Intranquillité;dramatização do Desassossego:as vozes e os corpos do Livro».5Cf.infra,Inês Oseki-Depré, « Intranquillité ou Inquiétude?Quelques remarquessur la traduction française du Livro do Desassossegode Fernando Pessoa-BernardoSoares»; Rita Patrício, «Pessoa e o princípio da tradução»; Isabel Cristina Mateus,«Fialho de Almeida, Vicente Guedes, Bernardo Soares & C.ª: notas soltas para um livrodo desassossego».6Cf. em anexo o historial das edições e traduções do LdoD.
dijous, 23 de maig del 2013
O Correlingua que se celebra en Mondoñedo (2013)
-A Mariña A Mariña, unida pola lingua galega-
Na véspera á xornada principal dedicada este ano a Roberto Vidal Bolaño, un dos centrais será o Correlingua, en Mondoñedo nesta ocasión, baixo a coordinación de Dores Fernández Abel. Un millar de alumnos correrán pero sen carácter competitivo en defensa da lingua galega, a través dun percorrido que arrancará ás 11.00 horas da avenida de Bos Aires para chegar á Praza da Catedral. Unha vez alí, o remate do Correlingua contará coas actuacións de escolares, o actor Pepe Penabade e a cantante Lidia Botana, unha das gañadoras do concurso.
Os centros partícipes do Correlingua, de secundaria, son os IES San Rosendo de Mondoñedo, de Ribadeo, Foz, Alfoz-Valadouro, Perdouro e Monte Castelo de Burela, Illa de Sarón de Xove e María Sarmiento de Viveiro e, de infantil e primaria, os Ceip de Cervo, Martínez Otero, Fondo Nois e o Cantel de Foz, San Miguel de Reinante de Barreiros e o mindoniense Álvaro Cunqueiro.
Fan posible o Correlingua os equipos de Normalización Lingüística deses centros, máis o Concello de Mondoñedo xunto con Ourense, Vigo, Pontevedra e Lugo, a Vicepresidencia Primeira da Deputación, a Mesa pola Normalización Lingüística, a Asociación Socio-Pedagóxica Galega e CIG-Ensino.
No outro extremo da Mariña, en Ribadeo, hoxe segue a festa do galego coa presenza do monologuista Celso F. Sanmartín ás 21.00 no Teatro recreando «o cotián desde a tenrura e a retranca» en Contos que non falten e coa promoción da literatura galega a través das librarías que farán descontos e entregarán un caravel vermello e un marcapáxinas coa figura do dramaturgo. Organiza a Agrupación Cultural Francisco Lanza.
As Letras Galegas tamén son as protagonistas a través da exposición bibliográfica centrada no homenaxeado do 2013, «figura imprescindible para coñecer a dimensión do teatro galego», sinalan, que se pode ver na Biblioteca Pública de Burela, de 9 a 13 e de 17 a 20 horas. En este concello, el Anpa del Virxe do Carme ha organizado para hoy, día 16, a las 18.00 horas una obra de teatro. Será en la Casa da Cultura y actuarán alumnos del colegio. La entrada es libre.
Na véspera á xornada principal dedicada este ano a Roberto Vidal Bolaño, un dos centrais será o Correlingua, en Mondoñedo nesta ocasión, baixo a coordinación de Dores Fernández Abel. Un millar de alumnos correrán pero sen carácter competitivo en defensa da lingua galega, a través dun percorrido que arrancará ás 11.00 horas da avenida de Bos Aires para chegar á Praza da Catedral. Unha vez alí, o remate do Correlingua contará coas actuacións de escolares, o actor Pepe Penabade e a cantante Lidia Botana, unha das gañadoras do concurso.
Os centros partícipes do Correlingua, de secundaria, son os IES San Rosendo de Mondoñedo, de Ribadeo, Foz, Alfoz-Valadouro, Perdouro e Monte Castelo de Burela, Illa de Sarón de Xove e María Sarmiento de Viveiro e, de infantil e primaria, os Ceip de Cervo, Martínez Otero, Fondo Nois e o Cantel de Foz, San Miguel de Reinante de Barreiros e o mindoniense Álvaro Cunqueiro.
Fan posible o Correlingua os equipos de Normalización Lingüística deses centros, máis o Concello de Mondoñedo xunto con Ourense, Vigo, Pontevedra e Lugo, a Vicepresidencia Primeira da Deputación, a Mesa pola Normalización Lingüística, a Asociación Socio-Pedagóxica Galega e CIG-Ensino.
No outro extremo da Mariña, en Ribadeo, hoxe segue a festa do galego coa presenza do monologuista Celso F. Sanmartín ás 21.00 no Teatro recreando «o cotián desde a tenrura e a retranca» en Contos que non falten e coa promoción da literatura galega a través das librarías que farán descontos e entregarán un caravel vermello e un marcapáxinas coa figura do dramaturgo. Organiza a Agrupación Cultural Francisco Lanza.
As Letras Galegas tamén son as protagonistas a través da exposición bibliográfica centrada no homenaxeado do 2013, «figura imprescindible para coñecer a dimensión do teatro galego», sinalan, que se pode ver na Biblioteca Pública de Burela, de 9 a 13 e de 17 a 20 horas. En este concello, el Anpa del Virxe do Carme ha organizado para hoy, día 16, a las 18.00 horas una obra de teatro. Será en la Casa da Cultura y actuarán alumnos del colegio. La entrada es libre.
dimarts, 21 de maig del 2013
Do expediente de queixa do Valedor (2013)
-As resolucións...-
A investigación do Valedor conclúe coa culminación do expediente de queixa. É nese momento cando o Valedor pode propoñer varias medidas
Para o suposto de que o Valedor advirta que a actuación da Administración é adecuada á legalidade pero que estime que a aplicación desa legalidade conduce a resultados inxustos, ou pouco equitativos, pode propoñer a adopción das seguintes medidas:
Suxerir á Administración pública a modificación dos actos e das resolucións daquela.
Se se chegase ao convencemento de que o cumprimento rigoroso dunha norma pode provocar situacións inxustas ou prexudiciais para os administrados, o Valedor poderá suxerir ao Parlamento ou á Administración a súa modificación.
Por outro lado, cando se trate de queixas relacionadas con servizos públicos prestados por particulares habilitados pola Administración, suposto dos concesionarios de servizos públicos, o Valedor poderá instar das autoridades administrativas competentes o exercicio das súas facultades de inspección e sanción.
Por último, cando a actuación administrativa sexa considerada incorrecta ou contraria á legalidade, poderanse formular ás autoridades e aos funcionarios da Administración Pública advertencias, recomendacións, recordatorios dos seus deberes legais e suxestións para a adopción de novas medidas. En todo caso ten de poñerse de manifesto que o Valedor nunca pode modificar ou anular actos ou resolucións administrativas.
As recomendacións formuladas polo Valedor á Administración, expoñen unha pretensión que a institución espera sexa satisfeita por parte da Administración. Pois ben, se unha vez formuladas as súas recomendacións o Valedor non obtivese resposta da Administración, ou nun prazo razoable non se producise unha actuación administrativa acorde co suxerido, neste caso o Valedor poderá poñer os antecedentes por escrito e as recomendacións efectuadas en coñecemento do titular do departamento afectado ou da máxima autoridade da Administración pública galega.
Se tampouco obtivese unha xustificación adecuada incluirá o asunto controvertido no informe anual ou especial, mencionando o nome das autoridades ou dos funcionarios que persistan en tal actitude, especialmente naqueles casos en que o Valedor considerase que existindo unha posible solución positiva, esta non se consiga.
A investigación do Valedor conclúe coa culminación do expediente de queixa. É nese momento cando o Valedor pode propoñer varias medidas
Para o suposto de que o Valedor advirta que a actuación da Administración é adecuada á legalidade pero que estime que a aplicación desa legalidade conduce a resultados inxustos, ou pouco equitativos, pode propoñer a adopción das seguintes medidas:
Suxerir á Administración pública a modificación dos actos e das resolucións daquela.
Se se chegase ao convencemento de que o cumprimento rigoroso dunha norma pode provocar situacións inxustas ou prexudiciais para os administrados, o Valedor poderá suxerir ao Parlamento ou á Administración a súa modificación.
Por outro lado, cando se trate de queixas relacionadas con servizos públicos prestados por particulares habilitados pola Administración, suposto dos concesionarios de servizos públicos, o Valedor poderá instar das autoridades administrativas competentes o exercicio das súas facultades de inspección e sanción.
Por último, cando a actuación administrativa sexa considerada incorrecta ou contraria á legalidade, poderanse formular ás autoridades e aos funcionarios da Administración Pública advertencias, recomendacións, recordatorios dos seus deberes legais e suxestións para a adopción de novas medidas. En todo caso ten de poñerse de manifesto que o Valedor nunca pode modificar ou anular actos ou resolucións administrativas.
As recomendacións formuladas polo Valedor á Administración, expoñen unha pretensión que a institución espera sexa satisfeita por parte da Administración. Pois ben, se unha vez formuladas as súas recomendacións o Valedor non obtivese resposta da Administración, ou nun prazo razoable non se producise unha actuación administrativa acorde co suxerido, neste caso o Valedor poderá poñer os antecedentes por escrito e as recomendacións efectuadas en coñecemento do titular do departamento afectado ou da máxima autoridade da Administración pública galega.
Se tampouco obtivese unha xustificación adecuada incluirá o asunto controvertido no informe anual ou especial, mencionando o nome das autoridades ou dos funcionarios que persistan en tal actitude, especialmente naqueles casos en que o Valedor considerase que existindo unha posible solución positiva, esta non se consiga.
dimecres, 15 de maig del 2013
A Historia en Imaxes de Santa Comba,a un clic (2013)
-A historia en imaxes de Santa Comba, a un clic-
A web santacombanamemoria.es recrea a historia do concello a través de fotografías de veciños // O impulsor do proxecto, José María Suárez Mariño, sinalou que consta de máis de 5.000 imaxes
Xogos deportivos en Santa Comba (anos 70) .Entrevista José Mª Suárez Mariño, www.santacombanamemoria.es
Os veciños de Santa Comba xa poden coñecer a través de imaxes a súa historia grazas á web www.santacombanamemoria.es que recrea, a través de máis de 5.000 fotografías, a historia deste concello.
A iniciativa, deuna a coñecer en Radio Obradoiro, José maría Suárez Mariño, traballador do consistorio e impulsor dun proxecto que naceu cara o ano 2005. "En Santa Comba, a comezos do de 2000 publicarase un libro sobre a historia do concello, pero faltaba escoitar as historias familiares que se escoitaban na casa sobre o fútbol, a mina, a emigración, etc."
Así, realizouse un intenso traballo de recompilación que consistiu en ir casa por casa recollendo imaxes dos álbumes persoais dos veciños. "Ao principio a xente era un tanto reacia a ceder as súas fotografías familiares para que foran escaneadas, pero finalmente conseguimos a participación de máis de 200 persoas".
Durante esa fase, "recollemos todo o que tiña que ver coa vida do concello. En total, unhas 7.000 fotografías das que seleccionamos 4.000 que houbo que identificar"
O proxecto de dixitalización non tivo ningún custe económico, pero si o tivo a realización de plotters para que estas imaxes foran levadas a unha exitosa exposición no Museo Terra do Xallas. Agora, toda esa documentación fotográfica está dispoñible na internet grazas á web creada por José Luis Varela, integrante do programa de voluntariado dixital da Axencia para a Modernización de Galicia.
A páxina recolle a evolución da automoción no concello, a historia dos clubes deportivos, as festas, a emigración ou imaxes, por exemplo, da antiga igrexa románica, xa desaparecida. "Grazas a esas fotografías do templo poidemos realizar unha maqueta que pode visitarse no Museo Terra do Xallas e incluso descubrimos que veciños gardaron na súa casa parte do retablo que ía ser queimado".
Actualmente o proxecto segue medrando coa recompilación das viñetas e caricaturas do médico e debuxante Antonio Tomé 'Atomé' e coa realización de fotografías das igrexas do concello.
A web santacombanamemoria.es recrea a historia do concello a través de fotografías de veciños // O impulsor do proxecto, José María Suárez Mariño, sinalou que consta de máis de 5.000 imaxes
Xogos deportivos en Santa Comba (anos 70) .Entrevista José Mª Suárez Mariño, www.santacombanamemoria.es
Os veciños de Santa Comba xa poden coñecer a través de imaxes a súa historia grazas á web www.santacombanamemoria.es que recrea, a través de máis de 5.000 fotografías, a historia deste concello.
A iniciativa, deuna a coñecer en Radio Obradoiro, José maría Suárez Mariño, traballador do consistorio e impulsor dun proxecto que naceu cara o ano 2005. "En Santa Comba, a comezos do de 2000 publicarase un libro sobre a historia do concello, pero faltaba escoitar as historias familiares que se escoitaban na casa sobre o fútbol, a mina, a emigración, etc."
Así, realizouse un intenso traballo de recompilación que consistiu en ir casa por casa recollendo imaxes dos álbumes persoais dos veciños. "Ao principio a xente era un tanto reacia a ceder as súas fotografías familiares para que foran escaneadas, pero finalmente conseguimos a participación de máis de 200 persoas".
Durante esa fase, "recollemos todo o que tiña que ver coa vida do concello. En total, unhas 7.000 fotografías das que seleccionamos 4.000 que houbo que identificar"
O proxecto de dixitalización non tivo ningún custe económico, pero si o tivo a realización de plotters para que estas imaxes foran levadas a unha exitosa exposición no Museo Terra do Xallas. Agora, toda esa documentación fotográfica está dispoñible na internet grazas á web creada por José Luis Varela, integrante do programa de voluntariado dixital da Axencia para a Modernización de Galicia.
A páxina recolle a evolución da automoción no concello, a historia dos clubes deportivos, as festas, a emigración ou imaxes, por exemplo, da antiga igrexa románica, xa desaparecida. "Grazas a esas fotografías do templo poidemos realizar unha maqueta que pode visitarse no Museo Terra do Xallas e incluso descubrimos que veciños gardaron na súa casa parte do retablo que ía ser queimado".
Actualmente o proxecto segue medrando coa recompilación das viñetas e caricaturas do médico e debuxante Antonio Tomé 'Atomé' e coa realización de fotografías das igrexas do concello.
dissabte, 11 de maig del 2013
Cantares Gallecs (2013)
CANTARES GALLECS.
Has de cantar, Has de cantar,meniña gaitera; menina gaitera; has de cantar, has de cantar, que me morro de pena. que em morro de pena.
Canta, meniña, Canta, menina,na beira da fonte; na Beira dóna fonte;canta,daréiche canta, daréiche boliños do pote. boliños do pot.
Canta, meniña, Canta, menina,con brando compás, amb cobrant compàs,daréiche unha proia daréiche unha proia da pedra do lar. dóna pedra do lar.
Papiñas con leite Papiñas amb Leite tamén che daréi; tamen che daréi;
sopiñas con viño, sopiñas amb Treviño, torrexas con mel. torrexas amb mel.
Patacas asadas Nyàmeres rostides con sal e vinagre, amb sal i vinagre,
que saben a noces. que saben a noces.
¡Que ricas que saben! Que riques que saben! ¡Que feira, rapaza, Que feira, rapaza,si cantas faremos...! si cantes faremos ...! Festiña por fora, Festina per fora, festiña por dentro. Festina per dins.
Canta, si queres, Canta, si queres,rapaza do demo; rapaza do demo;
canta, si queres; canta, si queres;daréiche un mantelo. daréiche 1 mantelo.
Canta, si queres, Canta, si queres,na lengua que eu falo. na llengua que eu falo.che un refaixo. Daréiche 1 refaixo.
Co son da gaitiña, Co són dóna gaitiña,co son da pandeira, col són dóna pandeira, che pido que cantes, che demano que cantis, rapaza morena. rapaza bruna.
Co son da gaitiña, Co són dóna gaitiña,co son do tambor, col són do tambor, che pido que cantes, che demano que cantis, meniña, por Dios. Menina, per Déu.
Has de cantar, Has de cantar,meniña gaitera; menina gaitera; has de cantar, has de cantar, que me morro de pena. que em morro de pena.
Canta, meniña, Canta, menina,na beira da fonte; na Beira dóna fonte;canta,daréiche canta, daréiche boliños do pote. boliños do pot.
Canta, meniña, Canta, menina,con brando compás, amb cobrant compàs,daréiche unha proia daréiche unha proia da pedra do lar. dóna pedra do lar.
Papiñas con leite Papiñas amb Leite tamén che daréi; tamen che daréi;
sopiñas con viño, sopiñas amb Treviño, torrexas con mel. torrexas amb mel.
Patacas asadas Nyàmeres rostides con sal e vinagre, amb sal i vinagre,
que saben a noces. que saben a noces.
¡Que ricas que saben! Que riques que saben! ¡Que feira, rapaza, Que feira, rapaza,si cantas faremos...! si cantes faremos ...! Festiña por fora, Festina per fora, festiña por dentro. Festina per dins.
Canta, si queres, Canta, si queres,rapaza do demo; rapaza do demo;
canta, si queres; canta, si queres;daréiche un mantelo. daréiche 1 mantelo.
Canta, si queres, Canta, si queres,na lengua que eu falo. na llengua que eu falo.che un refaixo. Daréiche 1 refaixo.
Co son da gaitiña, Co són dóna gaitiña,co son da pandeira, col són dóna pandeira, che pido que cantes, che demano que cantis, rapaza morena. rapaza bruna.
Co son da gaitiña, Co són dóna gaitiña,co son do tambor, col són do tambor, che pido que cantes, che demano que cantis, meniña, por Dios. Menina, per Déu.
diumenge, 5 de maig del 2013
A fadista Maria do Ceo recala hoxe no Auditorio de Cangas.
Recén chegada dunha xira por Alemaña, a fadista María do Ceo recala hoxe (19.00 horas) no Auditorio de Cangas nun concerto gratuito para repasar o repertorio colleitado en 20 anos de traballo e 10 discos editados.
O último, "Fado con outro acento", ven a testemuñar ese percorrido da artista desde Porto, donde naceu, ata Galicia, onde reside. Dela din que é fado en estado puro e actualmente está considerada unha fadista tradicional.
Con Merkel apretando e vostede de fados por aí? Como lle foi?
Pois a verdade é que moi ben. Hai moito español emigrante, pero os alemáns foron maioritarios nos meus concertos. O fado é internacional, más aínda desde que foi declarado Patrimonio Inmaterial da Humanidade, que axuda a difundilo máis. Imaxínate aos alemáns cantando "Cheira ben, cheira a Lisboa".
No Morrazo haberá menos distancia coa língua.
Eu son fusión entre o portugués e o galego, lamento e dozura que lle gusta ao público. En Cangas interpretarei temas da miña carreira como fadista, pero tamén algún en castelán, e mesmo estrenarei un da banda sonora da película "Años después", con poemas de Armando González. E, claro, incidirei nas cancións de "Fado con outro acento", editado en maio e reivindicativo do camiño que percorre o fado desde Porto, onde nacín, ata Galicia, onde resido..
Malos tempos para a lírica..
Malísimos. Os artistas temos que pensarnos moito se gravar un disco ou non, ou se facer xiras, porque o mercado está como está. En décadas pasadas facíase unha xira e ao rematar gravabas o disco. Logo xa tiñas que gravar o disco para convencelos de que te contrataran. - agora xa é unha aventura case imposible, porque os poucos discos que se venden non dan para gastos. Antes de sacar un pé para fóra tes que ver moi ben se chove..
O último, "Fado con outro acento", ven a testemuñar ese percorrido da artista desde Porto, donde naceu, ata Galicia, onde reside. Dela din que é fado en estado puro e actualmente está considerada unha fadista tradicional.
Con Merkel apretando e vostede de fados por aí? Como lle foi?
Pois a verdade é que moi ben. Hai moito español emigrante, pero os alemáns foron maioritarios nos meus concertos. O fado é internacional, más aínda desde que foi declarado Patrimonio Inmaterial da Humanidade, que axuda a difundilo máis. Imaxínate aos alemáns cantando "Cheira ben, cheira a Lisboa".
No Morrazo haberá menos distancia coa língua.
Eu son fusión entre o portugués e o galego, lamento e dozura que lle gusta ao público. En Cangas interpretarei temas da miña carreira como fadista, pero tamén algún en castelán, e mesmo estrenarei un da banda sonora da película "Años después", con poemas de Armando González. E, claro, incidirei nas cancións de "Fado con outro acento", editado en maio e reivindicativo do camiño que percorre o fado desde Porto, onde nacín, ata Galicia, onde resido..
Malos tempos para a lírica..
Malísimos. Os artistas temos que pensarnos moito se gravar un disco ou non, ou se facer xiras, porque o mercado está como está. En décadas pasadas facíase unha xira e ao rematar gravabas o disco. Logo xa tiñas que gravar o disco para convencelos de que te contrataran. - agora xa é unha aventura case imposible, porque os poucos discos que se venden non dan para gastos. Antes de sacar un pé para fóra tes que ver moi ben se chove..
divendres, 3 de maig del 2013
Des de la seva creació les Caixes d'Estalvi,lligades a l'entorn local.
Des de la seva creació les caixes d'estalvi van estar molt lligades a l'entorn local i regional.
De fet, la seva expansió extrarregional ha estat un fenomen recento El sistema gallee de caixes va adquirir característiques propíes com a conseqüencía del seu precoc desenvolupament,dins un context darreriment econòmíc i manca d'urbanització.
Una primera conclusió és que, historicament, Galícia es troba més a prop de la mitjana espanyola des d'un punt de vista de I'estalvi, que no pas del creixement. Les trameses d'emigrants van tenir un paper clau dins d'aquesta caracterització de Galícia com a placa de passiu.
En els anys d'entreguerres, es van produir transforrnacions importants al sistema financer gallee. Les caixes van contribuir a I'establiment d'un regim d'assegurances socials oblígatoríes,mitjancant la Caixa Gallega de Previsió Social.
L'impacte envers el sector famílies va ésser notable. La seva importancia actual és el resultat d'un llarg procés que, malgrat . I'intervencionisme franquista, ha permes a aquestes institucions aconseguir la maduresa orgánica definitiva.
La desregularització del sistema financer, a I'últim quart del segle xx,va afavorir a Galícia la concentració d'entitats i l'expansió extrarregional.
De fet, la seva expansió extrarregional ha estat un fenomen recento El sistema gallee de caixes va adquirir característiques propíes com a conseqüencía del seu precoc desenvolupament,dins un context darreriment econòmíc i manca d'urbanització.
Una primera conclusió és que, historicament, Galícia es troba més a prop de la mitjana espanyola des d'un punt de vista de I'estalvi, que no pas del creixement. Les trameses d'emigrants van tenir un paper clau dins d'aquesta caracterització de Galícia com a placa de passiu.
En els anys d'entreguerres, es van produir transforrnacions importants al sistema financer gallee. Les caixes van contribuir a I'establiment d'un regim d'assegurances socials oblígatoríes,mitjancant la Caixa Gallega de Previsió Social.
L'impacte envers el sector famílies va ésser notable. La seva importancia actual és el resultat d'un llarg procés que, malgrat . I'intervencionisme franquista, ha permes a aquestes institucions aconseguir la maduresa orgánica definitiva.
La desregularització del sistema financer, a I'últim quart del segle xx,va afavorir a Galícia la concentració d'entitats i l'expansió extrarregional.
dijous, 2 de maig del 2013
A situación legal da Lingua galega muda e se transforma de xeito.
- A Constitución recoñece ao galego como lingua oficial de Galiza; é unha cooficialidade asimétrica pois respecto do castelán temos deberes e dereito fronte ás outras linguas españolas das que só temos dereitos.
- O estatuto de Autonomía confirma o estipulado na Constitución e establece os deberes dos poderes públicos con respecto á lingua, sendo o galego a lingua propia de Galiza.
- A Lei de Normalización Lingüística conseguer a incorporación do galego, por exemplo, de xeito definitivo ao ensino e marca o camiño para outros moitos ámbitos.
- O Plan Xeral de Normalización da Lingua Galega de 2007 aprobado por unanimidade no Parlamento Galego establece medidas para estender o uso do galego a todos os sectores da poboación.
- O Decreto 124/2007 de 28 de xuño regula a presenza do galego no ensino.
- En 1992, no marco europeo, o Parlamento de Estrasburgo aprobou a Carta europea das linguas rexionais e minoritarias, que ampara os dereitos de linguas como o galego. O goberno español ratificou os acordos da carta en 2001.
A presenza do galego na sociedade galega neste período modificouse de xeito substancial. A presenza da nosa lingua en ámbitos de uso que lle eran alleos é considerable (política, ensino, timidamente nos medios de comunicación, literatura, mundo da cultura) aínda que hai outros lle seguen vedados ou a súa presenza é escasa ou pouco representativa (igrexa, xustiza, medios de comunicación,…)
O proceso de normalización non está rematado e a situación da lingua galega sendo a maioritaria dos galegos e galegas continúa a ser minorizada polo que podemos concluír que a mellora das actitudes cara á lingua non mudou substancialmente os efectos do conflito lingüístico.
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