dimarts, 16 de juliol del 2013

Primeiro pastor da lingua galega (1938)

A estirpe dos escritores que acaban sendo parte dunha lingua non precisa máis que dunha referencia no lexicón dos deuses.

*Xa se encarregou Borges, en comandita con Kafka, de arranxalo así na biblioteca da eternidade: os que van ter anaquel propio non precisan de máis nada, porque non hai erro posible. Cunha entrada basta. Tamén é así no Antigo Reino de Galicia, nun reconto a voa pluma: dende Rosalía a Novoneyra, pasando por Curros, Pondal, Manoel-Antonio, Castelao, Celso Emilio e Cunqueiro. Por moito que non se queira recoñecer a súa mestría e maxisterio, Ferrín é o meirande escritor galego vivo.

*Se ao falar por exemplo de Cela, nos seus antípodes políticos, calquera nomearía a Pascual Duarte, La colmena e Viaje a la Alcarria (con iso chega para unha leira no porvir), de Ferrín abondaría con tres fitos para facer a biografía de quen sabe convocar as palabras para que digan o que hai e o que non, para decir e calar nos intersticios da sintaxe (que é a marca dunha alma que pensa con palabras): Con pólvora e mangolias, Percival e outras historias e Antón e os inocentes.

*Naceu en Ourense nun ano triste: 1938. Con Celanova, Pontevedra, Santiago, Madrid, Oxford, Lugo, Canarias e —desde 1955— Vigo, son as suas xeografías físicas. Non tiven a sorte do meu ex compañeiro en Montecastelo, Reixa, de ter a Ferrín como profesor de literatura. Porque non fun ao Instituto Santa Irene, nas Travesas, onde sentaba cátedra estética e política.

*Demorei moito en termos a primeira conversa morna, pero a máis de todas conteceu hai ben pouco e nun espazo tan insólito como o estaleiro do meu pai na Avenida de Beiramar, en Bouzas. Son moitos —confeso que eu tamén— os que ao referirse a Ferrín (tamén bautizado Xosé Luis Méndez) darán nun lugar común: o máis dotado escritor galego practicou ideas políticas extremadas.

Fundador de movementos como Brais Pinto e partidos como a Unión do Povo Galego, pasou pola cadea en tempos de Franco e (por«tenencia ilícita de armas») na democracia. É Ferrín un nacionalista galego que endexamáis arrenegou das súas conviccións e as levou ate o Fisterra da Constitución española e máis alá, con cativo eco electoral cando tentou no ganapán dun tal d’Hont.

*Arredado do noroeste e das súas liortas, quero pensar que non houbo reticencias cando foi elixido presidente da Real Academia Galega, un posto que, para un dos máis requintados lectores, críticos e coñecedores da literatura do país, estaba agardando por él.






dijous, 11 de juliol del 2013

È neste cntexto que o Nacionalismo espanhol move ficha...!

A defesa da língua galega, a sua dignificaçom, o seu uso e ensino, foi reprimida secularmente, sobremaneira durante os anos da ditadura franquista e nos da chamada transición, e essa repressom trouxo despedimentos laborais, especialmente de mestres/as e professores/as, humilhaçons e outro tipo de degradaçons para com os seus utentes e o que é fundamental; um complexo maqueiavélico de muitos galegos e galegas que derivou numha desgraça de diglóssia, e que colocou à nossa língua o estatus de nom oficial, inferior e folclórica. Após a aprovaçom do Estatuto de Autonomia do ano 1981, que dava cooficialidade à língua galega, as cousas nom mudaram muito para melhor. E apesar de que na teoria se legalizava a sua defesa, ensino e promoçom, esta legalidade era vulnerada amplamente por muitos de aqueles políticos e tecnócratas que deram o apoio para a sua aprovaçom, nomeadamente dos partidos espanhóis PP e PSOE, ambos com poder legislativo e executivo no ámbito estatal e autonómico.



Foi a pressom do Povo organizado a que logrou pequenos avanços nos anos a seguir, primeiramente coa aprovaçom da Lei de Normalizaçom Lingüística do Idioma Galego por consenso no governo de Fraga Iribarne, lei que, con todo, nom foi desenvolvida e que continuou sendo vulnerada, com especial incidência no ámbito do ensino. Após este primeiro passo veu outro passinho, foi o que supuxo a aprovaçom do decreto que desenvolvesse a Lei de Normalizaçom Lingüística por parte do governo bipartito PSOE-BNG. Ainda que este plano nom foi executado plenamente e continuou mesmo a vulneraçom da própria lei de normalizaçom lingüística, a partir desse momento plantejou-se um ponto de inflexom que realmente promovesse e legislasse em prol da normalizaçom do nosso idioma. É neste contexto que o nacionalismo espanhol move ficha, se até agora nom lhe preocupava em excesso a ameaça da normalizaçom lingüística por precisamente esta ser umha lei de segunda que nom fazia falta cumprir, e porque a realidade social do nosso Povo garantia a sua subalternidade frente à supremacia do castelhano, agora fai-se-lhe necessário combater política e socialmente esta tendência normalizadora. É neste momento que o nacionalismo espanhol guiado polas teses da organizaçom fascista e ultraliberal FAES, e com apoio velado do PP, organiza grupos e associaçons para obstaculizar e condicionar hipocritamente, e através da mentira, a falsidade e a insubmissom à lei e ao decreto que a desenvolve, esse processo de normalizaçom lingüística. Destaca-se neste movimento a associaçom Galicia Bilingüe, que em plena sintonia coa repressom espanhola promove processos judiciais contra aqueles e aquelas que desmascaram as suas teses e intençons. A resposta institucional e política dos que conformam o governo bipartido é timorata ou nula e outra vez o nosso Povo organizado é quem volta sair à rua em defesa da nossa língua, e em defesa da normalizaçom lingüística, e nese contexto, em defesa da Lei.



diumenge, 7 de juliol del 2013

Catalans,bascos i gallecs i federació GALEUSKA

-Els escriptors catalans, bascos i gallecs s’uneixen per defensar la seva professió-

*Les tres associacions constitueixen la Federació Galeusca el proper 15 de juny a Poblet, coincidint amb el 25è aniversari de les trobades

*Les associacions d’escriptors en llengua catalana (AELC), èuscar (EIE) i gallega (AELG) constituiran, el proper diumenge 15 de juny, a Poblet, la Federació Galeusca, per tal que la col·laboració ja existent entre les tres entitats tingui un instrument jurídic de coordinació i acció conjunta.

*La constitució de la Federació Galeusca coincideix amb la celebració del 25è aniversari del Galeusca, una trobada anual creada per establir relacions entre els creadors literaris de les tres cultures minoritzades dins l’Estat espanyol.

* L’acte es farà a la Sala del Patronat Terradellas de Poblet (Conca de Barberà), l’indret on es van acordar les trobades, amb el Manifest de Poblet, l’any 1984. Aquesta federació és una eina que es fa imprescindible per reivindicar la professió i lluitar contra la invisibilitat social dels escriptors en les tres llengües.

*El Manifest de Poblet, doncs, continua en plena vigència, 25 anys després, perquè moltes de les seves reivindicacions continuen sense estar resoltes.L’acte de Poblet comptarà amb el parlament d’escriptors representants de cada associació: Ignasi Riera, per part de l’Associació d’Escriptors en Llengua Catalana (AELC); Xosé Estévez Rodríguez, de l’Asociación de Escritores en Lingua Galega (AELG);

*i Jerardo Elortza, representant l’Euskal Idazleen Elkartea (EIE), que llegirà un text de l’escriptor, lingüista i polític Txillardegi (José Luis Álvarez Enparantza), considerat una de les persones que més han influït en el nacionalisme i la cultura basca, que no hi podrà assistir per problemes de salut.

*Els presidents de la tres associacions, Guillem-Jordi Graells (AELC), Cesáreo Sánchez Iglesias (AELG) i Fito Rodríguez (EIE), explicaran les línies de futur de la nova confederació.



dimecres, 3 de juliol del 2013

A Corunha tem mar de dois lados.

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A Coruña tem mar de dois lados


*A lindíssima parte antiga da Coruña situa-se numa península entre o porto e as praias. O seu monumento característico é a "Torre de Hércules", com mais de 2000 anos de idade.

*Também as "galierias" são de grande interesse - uns pequenos alpendres que originalmente foram construídos para secar a roupa.

*Apenas em 1588, a Coruña se tornou verdadeiramente conhecida. Tal aconteceu quando uma frota inglesa, comandada por Sir Francis Drakes atacou a Coruña, destruindo uma grande parte da cidade. Nessa ocasião, o povo da Coruña opôs forte resistência, tendo triunfado. Destacou-se Maria Pita, a mulher de um talhante, pela coragem com que soube defender-se. Assim se tornou conhecida A Coruña e, por esse motivo, foi dado o nome de Maria Pita à praça principal da cidade, havendo, ainda hoje, uma festa, que se realiza em Agosto, dedicada a ela.


*Merece a pena passear pelos vários bonitos bairros, começando no passeio marítimo, passando pelo porto, pela parte Nordeste da cidade, pela praça do Ayuntamiento e ainda pela parte situada mais a Sul, onde encontrará muitos bares, tabernas e cafés. Não se esqueça que visitar as praias