dijous, 11 de juliol del 2013

È neste cntexto que o Nacionalismo espanhol move ficha...!

A defesa da língua galega, a sua dignificaçom, o seu uso e ensino, foi reprimida secularmente, sobremaneira durante os anos da ditadura franquista e nos da chamada transición, e essa repressom trouxo despedimentos laborais, especialmente de mestres/as e professores/as, humilhaçons e outro tipo de degradaçons para com os seus utentes e o que é fundamental; um complexo maqueiavélico de muitos galegos e galegas que derivou numha desgraça de diglóssia, e que colocou à nossa língua o estatus de nom oficial, inferior e folclórica. Após a aprovaçom do Estatuto de Autonomia do ano 1981, que dava cooficialidade à língua galega, as cousas nom mudaram muito para melhor. E apesar de que na teoria se legalizava a sua defesa, ensino e promoçom, esta legalidade era vulnerada amplamente por muitos de aqueles políticos e tecnócratas que deram o apoio para a sua aprovaçom, nomeadamente dos partidos espanhóis PP e PSOE, ambos com poder legislativo e executivo no ámbito estatal e autonómico.



Foi a pressom do Povo organizado a que logrou pequenos avanços nos anos a seguir, primeiramente coa aprovaçom da Lei de Normalizaçom Lingüística do Idioma Galego por consenso no governo de Fraga Iribarne, lei que, con todo, nom foi desenvolvida e que continuou sendo vulnerada, com especial incidência no ámbito do ensino. Após este primeiro passo veu outro passinho, foi o que supuxo a aprovaçom do decreto que desenvolvesse a Lei de Normalizaçom Lingüística por parte do governo bipartito PSOE-BNG. Ainda que este plano nom foi executado plenamente e continuou mesmo a vulneraçom da própria lei de normalizaçom lingüística, a partir desse momento plantejou-se um ponto de inflexom que realmente promovesse e legislasse em prol da normalizaçom do nosso idioma. É neste contexto que o nacionalismo espanhol move ficha, se até agora nom lhe preocupava em excesso a ameaça da normalizaçom lingüística por precisamente esta ser umha lei de segunda que nom fazia falta cumprir, e porque a realidade social do nosso Povo garantia a sua subalternidade frente à supremacia do castelhano, agora fai-se-lhe necessário combater política e socialmente esta tendência normalizadora. É neste momento que o nacionalismo espanhol guiado polas teses da organizaçom fascista e ultraliberal FAES, e com apoio velado do PP, organiza grupos e associaçons para obstaculizar e condicionar hipocritamente, e através da mentira, a falsidade e a insubmissom à lei e ao decreto que a desenvolve, esse processo de normalizaçom lingüística. Destaca-se neste movimento a associaçom Galicia Bilingüe, que em plena sintonia coa repressom espanhola promove processos judiciais contra aqueles e aquelas que desmascaram as suas teses e intençons. A resposta institucional e política dos que conformam o governo bipartido é timorata ou nula e outra vez o nosso Povo organizado é quem volta sair à rua em defesa da nossa língua, e em defesa da normalizaçom lingüística, e nese contexto, em defesa da Lei.