dilluns, 7 de gener del 2013

A precariedade do Sistema Galeguista (2013)

A precariedade do sistema galeguista o sistema cultural galeguista funcionou em condiçons de extrema
precariedade durante muitos anos; ainda hoje nom podemos propri amente falar dum sistema cultural autónomo.

Na fase i nicial do regionalismo, década de 1 8 80, essa precari edade esten de-se a todas as pa rtes do siste m a ( u ten tes , mercado,i nstituiçons, repertório utili zado, etc .). Como refere A lonso Montero):
Resultaría pueril buscar en este período libros científicos,periódicos diarios, grandes tratados históricos o ensayos crític.

 Hasta los más entusiastas redactaban sus cartas en castel lano" .O mercado é quase i nexistente; algumhas revistas e associaçons  efémeras ou pouco actuantes som toda a sua i nstitucionalizaçom ; a língua própria da Galiza está fortemente castelhanizadas e ausente de qualquer ámbito público; os seus falantes, que nom pertencem aos sectores sociais que nutrem as magras fileiras do galeguismo, som n a maior parte analfabetos.

Era assim difíci l reconhecer umha comunidade lingüística com u m Portugal longínquo; além do mais: só em meados da década de oitenta, e muito lentamente, vai ser conhecido o presti giado patri mónio comum dos Cancioneiros medievais.

As tentativas de recuperaçom enfrentavam o auto-ódio dumha populaçom habituada a sentir o galego como um di alecto do espanhol ou como u m linguajar rústico e inútil, cuja reivindicaçom, ali ás, era crime lesa-progresso e contra a unidade pátria espanhola.

Mesquinha bagage, certamente das revistas literárias, Un iversidade de Santiago de Compostela, 3 vais., 1996, foc a pri ncipal mente o período 1 8 8 8 - 1907.

Apesar disso e da complexidade, nem sempre etimológica, da ortografia portuguesa,u ns e outros sentiam os seus códigos como pertencentes à mesma l íngua.